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Vídeo mostra como que a vida de uma garota poderia ser diferente


CHI & Partners é uma agência de publicidade sediada em Londres e foi a responsável pela campanha vista a cima. O vídeo é para marcar o 40º aniversário da Prince's Trust, uma instituição conhecida por ajudar jovens entre 13 e 30 anos nos setores da educação e trabalho.

O anúncio mostra como a caridade pode mudar vidas. E isto é feito através de uma divisão de tela, mostrando duas histórias opostas sobre a mesma garota.

A produção foi dirigida por Miles Jay e é possível notar que há uma tentativa de evitar táticas de que causem choques e demais truques por vezes utilizados para obter a atenção por parte dos telespectadores. Em vez disso, é adotada uma abordagem inteligente e sutil. Talvez uma tentativa de dizer como que pequenas atitudes, pequenos gestos podem fazer toda a diferença na vida de uma pessoa.

Crianças-monstras: A dependência dos games com cenas violentas

Crianças são aquilo que estão jogando

Uma ONG tailandesa focada na proteção dos direitos da criança e do adolescente está promovendo uma campanha internacional. O foco está em alertar aos pais ou responsáveis sobre os perigos que jogos violentos podem causar em uma mente ainda não dotada de um pesamento crítico aprimorado.

Segundo os responsáveis, é um sintoma típico de crianças viciadas em jogos violentos a confusão feita entre ficção e realidade. Achando ser possível vivenciar as experiências que o virtual propicia.

Nas imagens é dito: "Crianças são aquilo que estão jogando. Vídeo games e realidade podem às vezes serem o mesmo mundo, reveja a classificação dos jogos antes de dar para suas crianças jogarem."

Confira abaixo outras duas imagens da campanha:

Crianças são aquilo que estão jogando

Crianças são aquilo que estão jogando

Bloomberg: "Bloqueadores de anúncios atrapalham a experiência."

Bloomberg sem os anúncios

Recentemente tem se discutido muito a questão dos bloqueadores de anúncios, principalmente entre aqueles que tem na publicidade web um importante canal de monetização. A última grande mídia a se posicionar foi a Bloomberg, um dos maiores grupos midiáticos do mundo focado em negócios.

Agora quem acessa sua página com uma extensão que bloqueia a exibição de anúncios, visualizará uma mensagem informando que o artifício foi detectado e um pedido de que ou desative-o, ou coloque o site na "lista-branca" do bloqueador.

Cerca de 20% de todos os acessos ao site feitos por desktop utilizam o recurso. Em um comunicado, um porta-voz da Bloomberg disse:
Nosso site e nossas páginas foram construídas com a lógica da publicidade sofisticada e dinâmica, que molda a experiência do usuário. Quando é utilizado bloqueadores de anúncios design e experiencia são prejudicados. Temos diretrizes rígidas sobre o número e tipo de anúncios que permitimos em toda a nossa plataforma, o que proporciona uma experiência superior aos nossos clientes de publicidade e produzir um jornalismo de alta qualidade para dezenas de milhões de executivos globais. Estamos simplesmente pedindo aos usuários com bloqueadores de anúncios para adicionar a Bloomberg em sua "whitelist".
Outros grandes sites também já adotaram medidas parecidas, é o caso dos americanos The Washington Post, Wired, e Forbes e também do britânico The Guardian.

O uso deste tipo de extensão teve um grande aumento no último ano, é o tipo de coisa que causa um incomodo, tira as pessoas envolvidas no "problema" da zona de conforto em que estavam. Faz com que cérebros realizem mais sinapses. É o tipo de tecnologia disruptiva, que força o mercado a evoluir e isso é bom, para nós usuários.

Campanha de organização para os direitos dos animais choca pela sinceridade


A responsável pelo vídeo a cima é a PETA Asia, uma organização que luta pelos direitos dos animais e é contra o uso deles para o entretenimento, experimentos, alimentação e contra o sacrifício de espécies para a fabricação de roupas e acessórios. É uma afiliada da PETA US, ao todo são mais de 5 milhões de pessoas ao redor do mundo envolvidas nesta organização e suas afiliadas.

Muito poucas pessoas estão conscientes da extrema crueldade que os animais sofrem para serem transformados em produtos exóticos de pele. Alguns são até esfolados vivos durante a fabricação de artigos de couro de luxo.

Acesse o site deles para mais informações sobre a campanha e também para ver os dados que os motivaram, mas atenção: Contem algumas imagens fortes, principalmente para aquelas pessoas que amam animais.

Pessoas com deficiência deveriam ficar em casa

"Pessoas com deficiência deveriam ficar apenas em casa. Parar de tentar ser como nós."

"Pessoas com deficiência deveriam ficar apenas em casa. Parar de tentarem ser como nós." Este é o duro recado que uma deficiente física carrega na parte de trás de sua cadeira de rodas. A mensagem que em um primeiro julgamento seria taxada como um dos exemplo da insensibilidade humana, se trata, na verdade, de uma campanha contra os estigmas ligados aos deficientes.

Graham Mulholland, diretor executivo do conselho de desenvolvimento para a pessoa com deficiência do estado da Pensilvânia e responsável pela campanha, explica:
A estratégia da campanha, mesmo em fase de planejamento, tem gerado muita divisão, desconforto e hesitação. É uma questão desconfortável de ser tratada, mas é preciso, a fim de iniciarmos uma mudança.

Uma pesquisa feita em 2012 chegou a conclusão de que, embora 79% das pessoas admitam haver um esteriótipo por trás de deficientes físicos e mentais, mais da metade - dos mesmos entrevistados - afirmam não serem coniventes com estes pensamentos. A ideia da campanha é tirar do subconsciente os preconceitos e fazer com que as pessoas enxergue-os, para que então possam ser desfeitos. Algo como tirar a sujeira debaixo do tapete.

A campanha chamada "Let's Thinking Again?" tem um perfil no Twitter, sinta-se a vontade para seguir-los. Abaixo segue algumas imagens da campanha (no Twitter tem mais):

"Eu estou feliz por meu filho não andar em ônibus pequeno"

"Contratar pessoas com deficiência é um enorme risco" / "Pessoas com deficiência deixam-me nervoso"

Me desculpe, essa não conseguir ler  :/

"Eu nunca poderia fazer o que pessoas  com deficiência fazem. Elas me inspiram."

"Pessoas com deficiência deveriam ficar em casa. Parar de tentar ser como nós."

O que acha de fazer algo parecido no Brasil, hmmm?

Os clientes precisam de inspiração, não alguém dizendo o que vestir!



Essa é a conclusão de Patrik Frisk, CEO da Aldo, sobre o comportamento dos consumidores quando o assunto é vestir-se bem. E foi pensando nisso que foi desenvolvido o vídeo a cima, que faz parte da mais nova campanha publicitária da marca.

Segundo o CEO da empresa canadense, os consumidores estão indo cada vez mais às lojas para trocar produtos comprados pelo site. É comum também irem para tirar dúvidas sobre a mercadoria oferecida on-line. Nesse ultimo caso, ele acrescenta, é muito comum que após o contato físico com o produto a compra se dê pela internet.

Nós pensávamos que os consumidores queriam que disséssemos a eles como combinar as diferentes peças de roupas, como colocar sapatos em conjunto com um vestido ou nossos acessórios em sintonia com suas roupas. Mas não é isso que eles querem", conclui Frisk. "Os consumidores estão nos dizendo, 'Quer saber? Eu sei como me vestir. Eu sei qual o meu estilo, então não tente me dizer o que fazer. Inspire-me.'

Como seria seu dia a dia com um lag de 3 segundos?



"Se você não aceita lag na vida offline, por que aceitaria na na online?". Esse é o slogan de uma provedora de internet sueca chamada Umea Enegi. O que tornou diferente e curioso a campanha publicitária foi o fato dela usar de quatro "cobaias" para mostra como seria sua vida com um lag de 3 segundos, uma analogia à qualidade do serviço prestado por outras empresas do setor.

As pessoas no vídeo acima foram de fato submetidas ao teste e, como você pôde conferir, o resultado não poderia ser outro: várias situações um tanto quanto cômicas.

Os óculos usado pelo pessoal é um Oculus Rift, geralmente usados para experiências de realidade virtual, uma webcam e um mini computador - nada mais do que uma pequena placa, responsável pelo atraso na imagem - chamado Raspberry Pi.
Já imaginaram uma versão tupiniquim dessa publicidade? Nem russos e nem asiáticos, ninjas mesmos seriam aqueles que se saíssem bem com  Difficulty Level Brazil...

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