Recentemente tem se discutido muito a questão dos bloqueadores de anúncios, principalmente entre aqueles que tem na publicidade web um importante canal de monetização. A última grande mídia a se posicionar foi a
Bloomberg, um dos maiores grupos midiáticos do mundo focado em negócios.
Agora quem acessa sua página com uma extensão que bloqueia a exibição de anúncios, visualizará uma mensagem informando que o artifício foi detectado e um pedido de que ou desative-o, ou coloque o site na "lista-branca" do bloqueador.
Cerca de 20% de todos os acessos ao site feitos por desktop utilizam o recurso. Em um comunicado, um porta-voz da Bloomberg disse:
Nosso site e nossas páginas foram construídas com a lógica da publicidade sofisticada e dinâmica, que molda a experiência do usuário. Quando é utilizado bloqueadores de anúncios design e experiencia são prejudicados. Temos diretrizes rígidas sobre o número e tipo de anúncios que permitimos em toda a nossa plataforma, o que proporciona uma experiência superior aos nossos clientes de publicidade e produzir um jornalismo de alta qualidade para dezenas de milhões de executivos globais. Estamos simplesmente pedindo aos usuários com bloqueadores de anúncios para adicionar a Bloomberg em sua "whitelist".
Outros grandes sites também já adotaram medidas parecidas, é o caso dos americanos
The Washington Post,
Wired, e
Forbes e também do britânico
The Guardian.
O uso deste tipo de extensão teve um grande aumento no último ano, é o tipo de coisa que causa um incomodo, tira as pessoas envolvidas no "problema" da zona de conforto em que estavam. Faz com que cérebros realizem mais sinapses. É o tipo de tecnologia disruptiva, que força o mercado a evoluir e isso é bom, para nós usuários.